Nos últimos dias de julho, apresentamos Teorbas da palavra, o terceiro volume que reúne a homilética do presbítero e poeta Joaquim Félix de Carvalho, que publicou Teorbas dos tempos [2024] e Teorbas brancas [2025].
Nos destaques do nosso projeto editorial, continuam os Poemas de Paris, de António Nobre, e o mais recente livro de poesia de José Rui Teixeira: Sismo.
Desde janeiro, publicámos outros 15 livros:
– Os andaimes do mundo, antologia da poesia de Lêdo Ivo organizada por Martín López-Vega;
– Ligeiro, do poeta galego Ismael Ramos;
– dois livros de João Paulo Costa: Urdiduras espaciais e Com sabedoria se habita uma casa;
– A morte é um som insuportável, o mais recente livro de poesia de Eduardo Quina;
– o primeiro livro de poesia popular que publicámos: Currais, de António Teixeira;
– Clepsidra e outros poemas de Camilo Pessanha [no contexto do centenário da sua morte];
– Saudade minha e outros poemas de Guilherme de Faria;
– Sombra imperfeita, de António José Queiroz;
– Ardem-me no vento as costas do meu chicote, de Carlos Luís Ramalhão;
– Fase violeta, de Fernando de Castro Branco;
– Da extinção, de João Pedro Porto;
– Pássaros extraviados, do poeta catalão José Ángel Cilleruelo;
– Mundos num oito, a estreia literária da pianista Luísa Tender;
– e os dois volumes da poesia reunida de José Rui Teixeira: Luto.
Num processo de profunda reestruturação, que implicará uma nova fase da Officium Lectionis em 2027, apresentaremos até ao final de 2026 outros livros, entre os quais se destacam: a poesia reunida de Vítor Matos e Sá; Oaristos, de Eugénio de Castro; Solilóquios, de António Carneiro; Poesias, de Soares de Passos; uma antologia da poesia e o vol. I da Filosofia de Teixeira de Pascoaes; e uma edição do Só, de António Nobre, ilustrada por Marta Bernardes.
